Investigado escondeu dinheiro na casa da sogra para escapar de operação, diz PF

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Um dos presos na Operação Patmos, deflagrada na semana passada, admitiu à Polícia Federal que escondeu R$ 480 mil na casa da sogra após a divulgação das primeiras notícias sobre a delação premiada da JBS.  O caso inusitado foi confirmado pelo ex-assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG) Mendherson Souza Lima, acusado de intermediar o recebimento de propina enviada pelo empresário Joesley Batista. O fato é investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) a partir do acordo de delação. Em depoimento prestado na PF na semana passada, Mendherson informou que decidiu levar o dinheiro por ter ficado “assustado” com as notícias divulgadas na noite anterior à deflagração da operação, que cumpriu os mandados de prisão e busca na quinta-feira (18), por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.  Ao tomar conhecimento do fato, os policiais foram ao local e apreenderam duas sacolas com pacotes de R$ 100, escondidas em um dos quartos da residência. “Assim, deslocou-se com duas sacolas contendo aproximadamente R$ 480 mil e levou até a cidade de Nova Lima [região metropolitana de Belo Horizonte], pedindo para sua sogra, que ali reside, para guardá-los em local seguro, sem que a mesma soubesse do seu conteúdo”, diz documento da PF. Os relatórios das apreensões da PF foram anexados hoje (26) ao inquérito no qual o parlamentar é investigado no Supremo com base nos depoimentos de delação premiadas do irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS.
Investigado escondeu dinheiro na casa da sogra para escapar de operação, diz PF

Investigado escondeu dinheiro na casa da sogra para escapar de operação, diz PF

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