Secretário diz que operações conjuntas com Forças Armadas no Rio vão continuar

Secretário diz que operações conjuntas com Forças Armadas no Rio vão continuar

Rio de Janeiro - Forças Armadas voltam à Rocinha para auxiliar a polícia em buscas no entorno da comunidade (Tânia Rêgo/Agência Brasil)nidade da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, para auxiliar a polícia em
Forças Armadas participaram de ação na Rocinha junto com a políciaTânia Rêgo/Agência Brasil

O secretário estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Roberto Sá, disse hoje (29) que as operações conjuntas da Polícia Militar (PM) com as Forças Armadas vão continuar. As forças federais e a polícia estadual fizeram este ano ações integradas em comunidades do Rio como a Favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul da capital.

“O trabalho não para e vai continuar. É um trabalho que tem auxiliado o estado do Rio de Janeiro”, disse o secretário. “A Força Nacional tem nos ajudado muito no combate ao roubo de cargas. Agradeço às Forças Armadas que não têm medido esforços no apoio seja através de cessão de material menos letal, de equipamentos, de treinamento e troca de informações e também nas operações”.

Roberto Sá também afirmou que mortes em confronto não são desejáveis, apesar de serem inevitáveis em certas situações. Ele deu a declaração ao informar que a Secretaria vai analisar os dados do estudo publicado no jornal O Globo que apontou que 20 policiais militares são responsáveis por 10% das mortes em confronto no estado.

“Enquanto a polícia estiver abordando e sendo recebida por disparos de arma fogo, talvez seja inevitável que esse resultado morte aconteça. Não é o que nós desejamos, mas eu não posso exigir do policial que tome um tiro para não poder atirar. Então esse é o monopólio que o Estado tem para defender a sociedade. Mas a busca é permanente pela prisão, a dignidade do preso e respeito aos direitos humanos”, disse Sá.

O secretário informou que determinou ao comandante-geral da Polícia Militar, coronel Wolney Dias, que analise a situação desses policiais citados no estudo. “Determinei a ele que fizesse levantamento desses policiais ao longo de 2016 e 2017, como eles estão, onde estão, se passaram pela capacitação, se passaram, que passem de novo, se não passaram, que passem. Não queremos crucificar ninguém, mas não queremos o resultado morte. Agora, infelizmente, às vezes ele é inevitável. Mas realmente muitas mortes com poucos policiais não é o que a gente deseja”.

O secretário deu as declarações após participar da inauguração da 2ª Região Integrada de Segurança Pública, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. O novo espaço pretende integrar a atuação da PM e da Polícia Civil na zona oeste.

*Colaborou Joana Moscatelli, repórter do Radiojornalismo

Rio de Janeiro - Forças Armadas voltam à Rocinha para auxiliar a polícia em buscas no entorno da comunidade (Tânia Rêgo/Agência Brasil)nidade da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, para auxiliar a polícia em

Forças Armadas participaram de ação na Rocinha junto com a políciaTânia Rêgo/Agência Brasil

O secretário estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Roberto Sá, disse hoje (29) que as operações conjuntas da Polícia Militar (PM) com as Forças Armadas vão continuar. As forças federais e a polícia estadual fizeram este ano ações integradas em comunidades do Rio como a Favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul da capital.

“O trabalho não para e vai continuar. É um trabalho que tem auxiliado o estado do Rio de Janeiro”, disse o secretário. “A Força Nacional tem nos ajudado muito no combate ao roubo de cargas. Agradeço às Forças Armadas que não têm medido esforços no apoio seja através de cessão de material menos letal, de equipamentos, de treinamento e troca de informações e também nas operações”.

Roberto Sá também afirmou que mortes em confronto não são desejáveis, apesar de serem inevitáveis em certas situações. Ele deu a declaração ao informar que a Secretaria vai analisar os dados do estudo publicado no jornal O Globo que apontou que 20 policiais militares são responsáveis por 10% das mortes em confronto no estado.

“Enquanto a polícia estiver abordando e sendo recebida por disparos de arma fogo, talvez seja inevitável que esse resultado morte aconteça. Não é o que nós desejamos, mas eu não posso exigir do policial que tome um tiro para não poder atirar. Então esse é o monopólio que o Estado tem para defender a sociedade. Mas a busca é permanente pela prisão, a dignidade do preso e respeito aos direitos humanos”, disse Sá.

O secretário informou que determinou ao comandante-geral da Polícia Militar, coronel Wolney Dias, que analise a situação desses policiais citados no estudo. “Determinei a ele que fizesse levantamento desses policiais ao longo de 2016 e 2017, como eles estão, onde estão, se passaram pela capacitação, se passaram, que passem de novo, se não passaram, que passem. Não queremos crucificar ninguém, mas não queremos o resultado morte. Agora, infelizmente, às vezes ele é inevitável. Mas realmente muitas mortes com poucos policiais não é o que a gente deseja”.

O secretário deu as declarações após participar da inauguração da 2ª Região Integrada de Segurança Pública, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. O novo espaço pretende integrar a atuação da PM e da Polícia Civil na zona oeste.

*Colaborou Joana Moscatelli, repórter do Radiojornalismo

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-11/secretario-diz-que-operacoes-conjuntas-com-forcas-armadas-no-rio-vao-continuar

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