Golpista se faz de aluna, pede celular emprestado a colegas e então foge do local

Golpista se faz de aluna, pede celular emprestado a colegas e então foge do local

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Golpe vem sendo aplicado em cursos e igrejas de Fortaleza (FOTO: Reprodução/WhatsApp)

Muito bem arrumada, bem aparentada e com um aparente interesse em estudar, uma mulher entrou na sala de aula de um curso preparatório para concurso da Polícia e levou o celular de uma colega. O crime ocorreu há uma semana, no último dia 3 de abril, no Conjunto Esperança, em Fortaleza. A vítima descobriu que a criminosa também atuou em outro curso e em igrejas evangélicas.

A vítima procurou a produção do programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, em busca de alertar outras pessoas e, talvez, chegar a prisão da mulher. De acordo com ela, que pediu para não ser identificada, cerca de 80 alunos estavam na sala, participando de uma aula inaugural, quando a moça entrou, atrasada e sentou perto da vítima, no fundo da sala.

“Ela pegou o material e sentou na minha frente. Pouco depois, ela perguntou a hora, eram umas 19h45, depois ela perguntou se eu tinha crédito no celular. Disse que o celular dela tinha caído no chão, tinha trincado, e mostrou o aparelho trincado, todo apagado. Não me importei. Disse que tinha, que ela podia usar o chip 1, e ela perguntou se podia fazer a ligação do lado de fora, respondi que tudo bem, até porque estava no meio da aula”, relatou a vítima.

Cerca de dez minutos depois, a vítima passou a estranhar a demora. Um rapaz entrou na sala e ela perguntou se havia uma moça do lado de fora. Ele disse que ninguém estava pro lá. Foi aí que a mulher se atentou para o que havia ocorrido.

“Comecei a procurar. Fui na coordenação, na segurança e quando a gente começou a ligar pro aparelho, estava desligado. Daí em diante, só foi mesmo ter certeza que ela tinha saído do curso rapidamente, levando o celular”, relatou.

Ainda de acordo com a vítima, a mulher entrou na sala apenas com a chave do carro, uma caneta e uma agenda velha, que ela deixou no local. Joana Almeida era o nome escrito, com um número de telefone inexistente. Através de imagens do local, a suspeita foi vítima em um carro branco, com modelo não identificado, estacionado na Rua Tibúrcio Cavalcante, a rua lateral.

Propositalmente, a mulher entrou no local de cabeça baixa, escondendo o rosto diante das câmeras. O professor de um outro curso relatou o mesmo caso. Ele também ouviu que o caso também ocorreu em igrejas, onde ela usou o nome de Priscila. A mulher é jovem, bem vestida, aparenta ter boa condição, segundo descreveu a vítima.

Acompanhe o caso no programa Barra Pesada, da TV Jangadeiro/SBT, às 12h10 desta terça-feira (10).

TV Jangadeiro10 de Abril de 201811:15

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