Servidores Públicos acampam em frente a Assembleia de Curitiba por reajuste salarial

Servidores Públicos acampam em frente a Assembleia de Curitiba por reajuste salarial

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Mobilização permanece até que Governadora conceda reposição para todas as categorias.

Ana Carolina Caldas |
Um acampamento foi montado, em frente ao Palácio Iguaçu, por servidores públicos paranaenses que reivindicam reajuste salarial
Divulgação APP Sindicato

Um acampamento foi montado nesta segunda-feira (11), em frente ao Palácio Iguaçu, em Curitiba (PR), por servidores públicos paranaenses que reivindicam reajuste salarial. No primeiro dia, uma vitória foi conquistada: a pedidos do Fórum de Entidades Sindicais (FES), foram retirados de votação na Assembleia Legislativa, cinco projetos de lei que concediam reajuste para apenas uma parte do serviço público. A mobilização continua até que a Governadora Cida Borghetti envie nova mensagem com reajuste para todos, incluindo os funcionários do Poder Executivo.

São três anos sem reajuste da data base, segundo informações do FES. Para a coordenadora do Fórum, a Professora Marlei Fernandes, “o intuito da mobilização é porque temos uma avaliação técnica que mostra que o nosso reajuste é possível, viável e legal”.  Professores (as), funcionários (as) da educação, agentes penitenciários, servidores da saúde, policiais, entre outros da ativa e aposentados (as), estão com os salários congelados desde 2016, quando o governo Richa deixou de cumprir a lei e não pagou mais a reposição inflacionária. A dívida acumulada do Estado com o funcionalismo já está em quase 12%. Os projetos de leis que foram retirados concediam reposição apenas para os servidores da Defensoria Pública, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e da Assembleia Legislativa. 

Hermes Leão, presidente da Associação dos Professores do Paraná (APP) informa que “a mobilização continuará até que a governadora envie de imediato a mensagem de lei com o reajuste, porque os estudos orçamentários já demonstraram que o governo tem todas as condições de pagar ao menos a inflação do último ano”, destacou o dirigente sindical. A categoria reivindica que o governo retome o pagamento da data-base e que o projeto seja votado junto com os de outros órgãos e instituições que já estão na Alep.

13 de junho de 201800:20

Via Brasil de Fato

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