Professores de São Gonçalo e Petrópolis estão em greve por tempo indeterminado

Professores de São Gonçalo e Petrópolis estão em greve por tempo indeterminado

GREVE

Os dois municípios fluminenses estão com mais de 70% da categoria em greve desde o início do mês

Redação |
Professores de São Gonçalo em ato na última quarta-feira (15) como parte da greve que acontece desde o início do mês
Sepe-SG

Professores de São Gonçalo e Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, estão em greve desde o início do mês. Em São Gonçalo, a greve é integral e foi deliberada em uma assembleia do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe-SG). Cerca de 75% da categoria já aderiu à paralisação que começou no último dia 3.

Os professores lutam contra a defasagem salarial, melhores condições de trabalho, revisão dos benefícios como auxílio-transporte e maior democracia na gestão das escolas, como por exemplo, eleições para a escolha de diretores. Segundo a prefeitura, o Sepe-SG já está em negociação com o município e o Ministério Público.

Região Serrana

Em Petrópolis, os professores foram às ruas da cidade durante toda a semana para reivindicar reajusta salarial de 14% e o cumprimento do Plano de Carreiras, o 1/3 de planejamento pedagógico e 30 horas para os profissionais de apoio.

Eles estão em greve também desde o início do mês e cerca de 80% dos profissionais da rede municipal de ensino está parada. A Prefeitura tem respondido com corte do ponto dos professores, ameaças de suspensão das férias em janeiro para reposição de aulas e a contratação de substitutos. Segundo eles, por dívidas herdadas da antiga gestão, é impossível conceder os reajustes.

O Sepe de Petrópolis decide hoje em assembleia dos professores os rumos da greve.

17 de agosto de 201811:00

Via Brasil de Fato

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