RÁDIOS ONLINE

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[su_tab title=”SÃO PAULO” disabled=”no” anchor=”” url=”” target=”blank” class=””][su_box title=”Grande São Paulo ” title_color=”#ffffff” radius=”0″[/su_box]

[su_box title=”Rádios do Estado de São Paulo” title_color=”#ffffff” radius=”0″]





















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[su_box title=”Rádios do Estado do Paraná” title_color=”#ffffff” radius=”0″]















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[su_tab title=”JOVEM PAN FM” disabled=”no” anchor=”” url=”” target=”blank” class=””][su_box title=”JOVEM PAN FM – SÃO PAULO” style=”bubbles” box_color=”#C0C0C0″ title_color=”#ffffff” radius=”1″]
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Sobre
“São Paulo que amanhece trabalhando
São Paulo que não sabe adormecer
Porque durante a noite paulista vai pensando
Nas coisas que de dia vai fazer
São Paulo todo frio quando amanhece
Correndo no seu tanto que fazer
Na reza do paulista trabalho é o padre nosso
É a prece de quem luta e quer vencer”

Todos os dias, ao ligar o rádio na Jovem Pan, os paulistanos sabem que a cidade será destaque no noticiário. A própria música-tema da emissora, ao descrever o corre-corre das pessoas que fazem a vida da maior metrópole da América Latina, deixa claro o compromisso de informar o que de mais importante acontece por aqui. Afinal, São Paulo é o espelho do Brasil: une nordestinos, sulistas, nortistas… Acolhe todos aqueles que vêm do Interior do Estado tentar a vida na Capital. E, como diz a música de Billy Blanco, está sempre pronta para recompensar quem dá duro no trabalho e luta para sobreviver.

A Rádio Jovem Pan de São Paulo revolucionou a radiodifusão brasileira ao optar, no início dos anos 70, por um jornalismo atuante e participativo, seguido por intensa prestação de serviços que se transformou em um marco da história do radiojornalismo do país. O nome Jovem Pan se transformou num sinônimo de notícia e credibilidade, de jornalismo dinâmico e informação correta. Esse trabalho pioneiro tornou-se um modelo para as emissoras concorrentes. É lugar comum dizer que onde está o fato, lá também está o microfone da Jovem Pan. A emissora criou um novo estilo de rádio, especialmente no que diz respeito à prestação de serviço, que representa um canal aberto da população com as autoridades da cidade, do Estado e do país.

O compromisso da Rádio Jovem Pan com a notícia é o princípio fundamental no qual se baseia a filosofia de trabalho da emissora em testemunhar os fatos, participando e fazendo do ouvinte um agente atuante da própria história. O jornalismo dinâmico e atualizado da Jovem Pan envolve todos os segmentos sociais, políticos e econômicos 24 horas por dia, na transmissão de noticiosos como o “Jornal da Manhã”, o “Jornal Jovem Pan” e o jornal “Hora da Verdade”, além do noticioso “Ligação Brasil”, de hora em hora, contando com reportagens realizadas em todos os horários pelas ruas da cidade, entidades representativas, casas legislativas, envolvendo entrevistas com autoridades, incluindo exclusivas com ministros de Estado e outros integrantes do Executivo, Legislativo e de todos os segmentos da vida do país.

Some-se a isso a prestação de serviço desenvolvida pela Jovem Pan, trabalho que envolve a população em campanhas em vários setores, como a saúde, em especial a luta contra as drogas, educação, impostos, transportes, segurança, defesa do consumidor, numa verdadeira cobrança aos responsáveis que prestam contas nos microfones da Jovem Pan, encaminhando soluções para problemas da cidade e do cidadão. Essa prestação de serviço, associada à informação precisa e esclarecedora, também abrange o setor de Esportes da Jovem Pan, com a transmissão de jogos, Fórmula 1, além de competições do esporte amador realizadas no Brasil e no exterior, seguindo a filosofia de trabalho implantada por Paulo Machado de Carvalho, o Marechal da Vitória *, que tantas conquistas proporcionou ao Brasil no campo dos Esportes, por seu espírito dinâmico, romântico e empreendedor.

O trabalho da Rádio Jovem Pan atende aos anseios de seus ouvintes: “nosso público é exigente, quer a melhor informação, o jornalismo correto e analítico. Por esse motivo, a Jovem Pan se desdobra e está sempre à frente de seu tempo, com iniciativas pioneiras que se tornaram norma básica nesta casa”, diz o diretor-presidente da emissora, Antonio Augusto Amaral de Carvalho – o Tuta – acrescentando que a credibilidade da Jovem Pan vem da informação responsável e sem distorções, que analisa e esclarece com a atenção voltada exclusivamente ao ouvinte, o que representa uma forma de atuação no seu próprio tempo.

A história da rádio Jovem Pan de São Paulo começou no dia 3 de maio de 1944, quando foi inaugurada – como Rádio Panamericana S.A. – na sua primeira sede, rua São Bento, 279. Teve como prefixo as primeiras notas da Quinta Sinfonia de Beethoven que, no código morse, representavam o “V” da Vitória. Em novembro desse mesmo ano, a emissora foi comprada por Paulo Machado de Carvalho, passando a integrar o Grupo das Emissoras Unidas.

Em 1945, a Panamericana – que nasceu para transmitir novelas – foi transformada em “a emissora dos esportes”, por Paulo Machado de Carvalho, com o projeto executado pelo então empossado diretor-geral Paulo Machado de Carvalho Filho, o Paulinho. Antonio Augusto Amaral de Carvalho – o Tuta – começou a trabalhar na Panamericana em 1949. Três anos depois, Paulo Machado de Carvalho Filho deixou a emissora e foi para a Rádio Record. A direção geral foi, então, assumida por Tuta, que na época tinha apenas 21 anos de idade. Ainda em 1952, a Panamericana saiu da rua São Bento e se instalou da rua Riachuelo, 275 – 13º andar. Um ano depois, em 1953, Tuta deixou assumiu a programação da TV Record, canal 7 de São Paulo, que iniciava suas transmissões. Em 1954, a Panamericana mudou suas instalações da rua Riachuelo para a Avenida Miruna, 713, no bairro do Aeroporto, onde se concentrava o grupo das Emissoras Unidas.

O nome “Jovem Pan” surgiu em 1965, dado por Paulo Machado de Carvalho. A grande transformação da Panamericana começou em 1966, sob a direção de Tuta. Já com o nome de Jovem Pan, a rádio iniciou vários programas com ídolos da música popular brasileira que, na época, faziam grande sucesso na TV Record. Os programas jornalísticos foram criados em 1970, 71 e 72, período em que surgiram a “Equipe Sete e Trinta”, o “Jornal de Integração Nacional” e, finalmente, o “Jornal da Manhã”, que até hoje é uma referência no jornalismo de rádio em todo o país.

Em 1973, Antonio Augusto Amaral de Carvalho deixou a TV Record para se dedicar exclusivamente à Rádio Panamericana-Jovem Pan. Nesse mesmo ano, adquiriu as ações da emissora dos irmãos Paulo Machado de Carvalho Filho e Alfredo de Carvalho, tornando-se seu único proprietário. Em 1976, a Jovem Pan deixou a avenida Miruna, e se instalou da avenida Paulista, 807, 24º andar. Ainda neste ano, foi inaugurada a Jovem Pan 2 FM, com sede no mesmo local.

Em 1993, a emissora iniciou o Projeto Jovem Pan-SAT, que teve sua implantação em 1994, com sinal de áudio totalmente digital, transmitindo via satélite para várias regiões do país.

Eleita a emissora-símbolo de São Paulo, a Jovem Pan tornou-se uma referência no radiojornalismo brasileiro com uma programação dinâmica e uma prestação de serviço abrangente ligada aos anseios da população. Atuante e participativa, a Jovem Pan vive dentro de seu tempo, é testemunha de seu tempo. E como testemunha de seu tempo, alargou suas fronteiras. Hoje está presente em várias regiões do país, através do sistema SAT, levando a informação imediata e correta dos fatos nacionais e internacionais, por meio do trabalho de correspondentes em Brasília, Rio de Janeiro e outras capitais brasileiras, além de profissionais que, com exclusividade, informam todos os dias e em vários horários da Europa e dos Estados Unidos. Para a Jovem Pan, o jornalismo é um fato social fundamental para a vida moderna. A Jovem Pan-SAT interliga e revela o país pela informação, cumprindo, assim, sua função de formar a opinião pública diante dos fatos.

Em outubro de 1996, a rádio implantou o portal Jovem Pan Online, que traz para a Internet a agilidade e a prestação de serviços, que são as marcas registradas da Rádio Jovem Pan AM.

Em setembro de 2007, a Jovem Pan criou a JP Online Vídeos, uma WebTV com conteúdo jornalístico e de variedades, sob a direção de vídeos de Nilton Travesso, um dos diretores mais experientes da televisão brasileira.

Num país em desenvolvimento como o Brasil, o rádio e a Internet têm um papel fundamental para unir a opinião pública em torno dos grandes temas nacionais, sendo o elo entre a sociedade e os poderes constituídos, com o papel de aglutinar a população em torno dos interesses maiores do país. Dentro deste contexto, a Jovem Pan sempre cumpriu e cumpre seu papel diante da sociedade.

A trajetória de mais de meio século da Rádio Jovem Pan de São Paulo na história da radiodifusão do Brasil representa um marco nas comunicações do país, condição que se conquista sobretudo por um trabalho sério e responsável, que não faz e nunca fez concessões às facilidades, preferindo sempre a tarefa árdua do esclarecimento e da informação correta, imediata e justa a serviço do homem, perseverança que revela os princípios e a filosofia da Jovem Pan, fundamentais para uma empresa moderna que tem consciência de sua função no país.




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[su_tab title=”RÁDIO GAUCHA ” disabled=”no” anchor=”” url=”” target=”blank” class=””][su_box title=”RÁDIO GAUCHA – PORTO ALEGRE” style=”bubbles” box_color=”#C0C0C0″ title_color=”#ffffff” radius=”1″]
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RÁDIO GAÚCHA

Primeira emissora comercial de Porto Alegre e segunda do Rio Grande do Sul, a Rádio Sociedade Gaúcha foi constituída no dia 8 de fevereiro de 1927. O empreendimento foi do empresário Carlos Ribeiro de Freitas ao reunir em sua residência um grupo de interessados, formado por Alcides Cunha, Leovegildo Veloso, Gabriel Fagundes Portela, Olavo Ferrão, Manuel Luís Borges da Fonseca, José Batista Pereira, Álvaro Soares e Ivo Barbedo. A intenção era a implantação de uma estação e escolas radiofônicas.

Os estatutos foram aprovados em assembléia a 27 de agosto, quando também foram convidados para integrar o conselho diretor, Fernando Martins, Alberto Sousa Gomes, Pedro César de Oliveira e Elói Morais. A comissão técnica foi formada por Edson Ganzo e Artur Hentz. Em setembro, a emissora entrou em fase experimental, no sexto andar do Grande Hotel, na praça da Alfândega, então o principal da cidade. No dia 19 do mesmo mês foi oficialmente inaugurada, com o prefixo PRA-Q, acrescentado pelo bordão “A voz dos pampas”. A solenidade foi presidida por Otávio Rocha, intendente da capital, entre outras autoridades. A orquestra de câmara de Sotero Cosme, da qual era integrante Radamés Gnatalli, como segundo violino, completou o ato festivo.

A direção artística foi confiada a Paulo Franco dos Reis e a administração a Luís Corcione. A equipe de locutores era formada por Nero Leal, Antônio Spetzold, Alfredo Pirajá Weiss, Amaro Júnior e Renaux Jung. Já faziam parte do quadro musical da emissora, entre outros, alguns nomes que se destacariam nos anos seguintes no rádio e da música porto-alegrenses, como os cantores Nilo Ruschel (também locutor e futuro diretor da emissora), Ivan Castro, Carlos Nobre, Chico Lopes, Léo Romano, Cândida Linharese Alcides Gonçalves (futuro parceiro de Lupicínio Rodrigues em músicas comoCadeira VaziaMaria Rosa Quem Há de Dizer), e de instrumentistas como o saxofonista e clarinetista Paulino Mathias e os pianistas Britinho (Rubens Brito) e Paulo Coelho.

 

A potência do transmissor era de apenas 50 watts, enquanto o restante da aparelhagem se constituía de uma vitrola a manivela e microfone, além de alguns discos importados de 78 rpm. Inicialmente, a única fonte de recursos se resumiu à contribuição mensal de alguns poucos ouvintes.

Em outubro, a emissora mudou-se para um espaço maior, no primeiro andar da Farmácia Carvalho, no prédio vizinho, quando foram adquiridos novos equipamentos técnicos e aberto o espaço publicitário e a adoção de patrocínio a programas musicais e noticiosos. Ainda assim, a emissora iniciava as transmissões somente às 11 horas da manhã. Um novo transmissor de 250 watts foi adquirido e um toca-discos que podia ser acoplado diretamente ao transmissor, o que resultou na primeira mesa de som do rádio gaúcho.

Em 1928, mudou-se novamente, dessa vez para um chalé de madeira no bairro Moinhos de Vento, ali sendo instalado um transmissor de 1kw, passando o prefixo para PRC-2. Uma torre de madeira, que depois se constituiu numa atração turística, completava o cenário. Em 1930, Alfredo Pirajá Weiss lançou o primeiro programa regionalista, ao vivo, denominado Contos gauchescos.

Nesse mesmo ano, durante os graves movimentos políticos no Rio Grande do Sul, o noticiário da Gaúcha passou a ser controlado pelo exército revolucionário, que apenas permitiu a divulgação de comunicados oficiais, depois de assinados pelo general Góis Monteiro, chefe das tropas em operação. Ao completar quatro anos em 1931, a emissora realizou a primeira transmissão externa, irradiando diretamente do antigo Estádio da Baixada, em Porto Alegre, atual Parque Henrique Luís Roessler, conhecido como Parcão, o jogo Grêmio 3 x Seleção do Paraná 1. Em fevereiro do ano seguinte, foi a vez de uma transmissão externa fora de Porto Alegre, ao narrar a Festa da Uva, diretamente de Caxias do Sul.

Ainda em 1932, quando a Revolução Paulista mobilizou o país, com reflexo direto no Rio Grande do Sul, a rádio tornou-se o grande veículo de informação, embora sob censura.

O levante comunista de 1935 e a manifestação integralista de 1937, assim como a implantação do Estado Novo e a deflagração da Segunda Guerra Mundial, foram outros fatores que aumentaram significativamente a sintonia da emissora. Em 1935, Brenno Caldas assumiu o controle acionário da rádio e convidou o locutor Oduvaldo Cozzi, do Rio de Janeiro, para ampliar o departamento esportivo. Em 1940, os estúdios foram transferidos para a rua Sete de Setembro, enquanto as novas torres de ferro eram instaladas no bairro Cristal. Em 1943, Arnaldo Ballvê assumiu a direção geral enquanto muitos nomes, como Heron Domingues, Ivan Castro, Adão Carrazzoni, Cândido Norberto, Jaime Copstein, Sérgio Jockymann, Rui Figueira, Luís Gualdi, Pepe Hornes e Fábio Silveira, entre outros, começaram a se destacar.

Programas como A pensão da FefecaArtes e travessuras e Os serões de dona Generosa alcançaram grande popularidade na época. Com as dificuldades de reposição de peças impostas pela guerra, o tempo de irradiação foi reduzido para o período das 11 às 22 horas. O bordão passou a ser “sua amiga por tradição”.

Em 1949, Cândido Norberto participou da primeira jornada esportiva internacional, no Estádio Centenário de Montevidéu, ao narrar o jogo Grêmio 3 x Nacional 2.

As transmissões em ondas curtas tiveram início em 1951, quando foi inaugurado o novo estúdio e auditório no edifício União, no centro da cidade. Essa fase foi marcada pela apresentação de radionovelas e programas de auditório. Ernâni Behs, Válter Ferreira, Cândido Norberto e Zaíra Acauan eram as vozes principais. Na área esportiva, as transmissões dos jogos entre as seleções da Rússia e da Hungria, em Moscou, transmitidas ao vivo, aumentaram o prestígio da emissora. O controle acionário passa ao publicitário Sílvio Motolla.

Em 1957, Maurício Sirotsky Sobrinho e Arnaldo Ballvê, que possuía a Rede de Emissoras Reunidas no interior, juntamente com seu filho Frederico, assumem a direção da Rádio Sociedade Gaúcha criando o grupo RBS, empresa de comunicação multimídia que passou a operar no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No mesmo ano, associam-se ao grupo Eduardo Esquemazzi, Manuel Arrochelas Galvão e Nestor Rizzo, assim surgindo a Rádio Gaúcha. Em 1973, a potência foi elevada para 100kw, dez vezes mais que a anterior, abrangendo todo o território nacional. Após o golpe militar de 1964, a RBS de Maurício Sirotsky Sobrinho se associou às organizações de Roberto Marinho, o que representou um grande salto para a Rádio Gaúcha, que assim teve condições de adquirir um transmissor de 100kw, inaugurado em 1973. Em 1976 foi inaugurada a Rádio Gaúcha ZH FM, que marcou início da formação das rádios FM da RBS.

Em 1986, passou a irradiar através da maior antena de rádio do Brasil, com 230 metros de altura. Instalações de transmissão de alta tecnologia acompanham essa fase. Em 1994, durante a cobertura da Copa do Mundo nos Estados Unidos, inaugurou as transmissões via satélite, formando uma rede de 358 emissoras em todo o Brasil. A 20 de março de 1995 formou a Rede Gaúcha SAT. Em 2009, a rede via satélite da Gaúcha era integrada por 51 emissoras afiliadas, 37 delas no Rio Grande do Sul, cinco em Santa Catarina, quatro no Paraná, duas em Mato Grosso e duas em Mato Grosso do Sul. Havia ainda uma empresa de clipping (coleta de notícias) em Brasília. Em 1997, foi implantado o sistema de áudio digital.

Durante a década de 1990 a sua programação era basicamente informativa. O programa Gaúcha repórter, apresentado desde 1983, marcou o início desse estilo. Essa mudança valeu-lhe vários reconhecimentos, como o Prêmio Top Nacional de Marketing e a medalha de bronze na edição de 1995 do The New York Radio Festivals (Festival Internacional do Rádio). A emissora já havia sido vencedora em quatro edições do mesmo festival, ganhando medalha de bronze pela cobertura do impeachment do presidente Fernando Collor e certificados de finalista nas coberturas do assassinato do deputado José Antônio Daudt, da Guerra do Golfo e das eleições presidenciais em 1989. Pelo programa Memórias de um menino de rua, foi premiada em 1995 com a medalha de prata na categoria “Melhor história de interesse humano”.

A rádio era a cabeça da Rede Gaúcha SAT, com 127 afiliadas em 10 Estados brasileiros. A emissora, segundo dados do IBOPE  – Instituto Brasileiro de Pesquisa de Opinião e Estatística, possuía 2005 cerca de 60% da audiência no setor de radiojornalismo e disponibilizava a sua programação também na internet (www.radiogaucha.com.br).

Sérgio Dillenburg/ colaboração especial Lilian Lustosa (atualização)

FONTES: BORGES, L.F.R. Apontamentos; Diário de Notícias (1942 a 1960); DILLENBURG, S. R. Os anosFederação (1927 a 1938); INF. Cândido Norberto e Ernâni Behs; Jornal do Comércio (8/5/86); Memória RBS; Museu de Comunicação Social; Seminário Internacional de Radiojornalismo; Portal clicRBS. Rádio Gaúcha 600 AM + FM 93,7. Disponível em : <http://www.clicrbs.com.br>. Acesso em : 16 out. 2009; Portal do Grupo RBS. Disponível em : <http://www.rbs.com.br>. Acesso em : 16 out. 2009; Revista Imprensa; VAMPRÉ, O. A. RaízesZero Hora (4/6/86 e 24/3/89).





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Super Rádio TUPI: 8 décadas de história

A Super Rádio Tupi é uma das principais estações de rádio do Brasil, possuindo uma das maiores audiências do Rio de Janeiro.

Com o lema “O Rio é o povo e o povo é a Tupi”, a rádio Tupi, do Rio de Janeiro completou, em setembro, 80 anos de história.

A emissora, que já viu passar por seus estúdios e palcos, grandes nomes da comunicação, da música e do esporte, como Carmem Miranda, Luiz Gonzaga, Ary Barroso e Chacrinha, continua a formar grandes profissionais do rádio e tem em sua grade um dos programas de maior sucesso do rádio brasileiro, o Patrulha da Cidade, no ar há 55 anos.

Tamanho o prestígio da Super Rádio Tupi que, no dia de seu aniversário, 25 de setembro, durante uma hora, a cidade do Rio de Janeiro/RJ viu seu maior símbolo iluminado de vermelho e branco, as cores da emissora. No mesmo dia, uma missa solene, celebrada pelo Cardeal Arcebispo Dom Orani Tempesta, na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, homenageou os 80 anos da Super Rádio Tupi. (Fotos abaixo)

A Super Rádio Tupi também recebeu uma homenagem da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no dia 28 de setembro, quando foi entregue à emissora, a Medalha de Mérito Pedro Ernesto. Criada em 1980, trata-se da principal homenagem que a cidade presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional.

A Informa mantém uma parceria de 10 anos com a Super Rádio Tupi, que utiliza as plataformas Informa para a automação de seu estúdio e, como forma de homenagem, conta um pouco da história de uma das rádios mais tradicionais do Brasil.

Sucesso

Em 1935, às 12 horas, Assis Chateaubriand inaugurava o maior empreendimento das Emissoras e Diários e Associados, a PRG-3 Rádio Tupi.

A primeira emissora de rádio a anunciar o fim de Segunda Guerra Mundial, inaugurou, em 1950, o maior estúdio da América Latina. No Maracanã dos Auditórios, 1500 pessoas podiam assistir aos programas apresentados pelos mais importantes nomes da música nacional e internacional.

No Rádio-Teatro, nomes de peso fizeram parte do elenco de atores da Tupi, como Orlando Drummond, Yoná Magalhães e Paulo Gracindo. Nesse gênero, o Patrulha da Cidade começou a fazer sucesso em 1960, narrando os principais casos policiais do dia a dia; atualmente é um dos últimos programas do gênero no Brasil.

Qualidade em toda programação

No jornalismo, a Tupi sempre acompanhou de perto tudo que acontece no Brasil e no mundo, com noticiários que mantém o público informado 24 horas por dia, com destaque para o Sentinela da Tupi e Tupi Notícias.

A Tupi também dá um show nas transmissões esportivas, que já teve grandes nomes como Ary Barroso e Doalcei Camargo. Hoje, a Tupi é Líder de audiência nas transmissões de jogos e programas esportivos, com Jota Santiago, Washington Rodrigues, Luiz Ribeiro, Odilon Jr., Wagner Menezes e os supercraques da informação.

A comunicação da Tupi sempre contou com grandes comunicadores no comando de seus programas que interagiram com os ouvintes e equilibravam a programação com quadros de humor, musical, entrevistas, serviços públicos, e é assim até hoje.

Tecnologia

Quando inaugurou, em 1959, o transmissor de 100 KW, o fato teve uma repercussão nacional e foi comemorado com muita festa. Em um salto na história, no ano de 2005, como parte das comemorações dos 70 anos da emissora, além de uma programação especial, a Rádio Tupi comprou o primeiro transmissor digital do Brasil.

Mas, foi em 2009 que a emissora inovou e levou a tradicional programação em AM também para o FM simultaneamente. Ao iniciar suas transmissões em FM, através da FM 96.5 (ocupada anteriormente pela popular Nativa, emissora que atualmente opera em 103.7 FM e também é controlada pelo Diário Associados), em menos de um ano, a Super Tupi AM + FM passou a ter liderança absoluta de audiência, superando todas as emissoras.

Era digital

No ano passado, grandes mudanças aconteceram na Super Rádio Tupi, que mudou a sede e, principalmente, sua tecnologia. Depois de décadas trabalhando com a tecnologia analógica, a Rádio Tupi empregou em seus estúdios a tecnologia IP. Com essa escolha, a emissora utiliza o que há de mais moderno em tecnologia digital, para entregar o melhor áudio para você, ouvinte.

Atualmente a Super Rádio Tupi é uma das principais estações de rádio do Brasil, possuindo uma das maiores audiências do Rio de Janeiro.




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