CGU impede empresa que comercializa aço a fazer contratos com entes públicos

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CGU impede empresa que comercializa aço a fazer contratos com entes públicos

A empresa Sanko Sider está impedida de participar de licitações e celebrar contratos com o Executivo, Legislativo e Judiciário, nas três esferas da Federação – municipal, estadual e federal. A punição foi aplicada pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), que considerou a companhia “inidônea para contratar com a Administração Pública”.

A Sanko Sider é uma empresa do ramo siderúrgico que comercializa tubos e outros produtos de aço. A empresa foi condenada por pagar propina a autoridades federais relacionada a contratos celebrados com a Petrobras.

O processo administrativo foi aberto em 2015, no âmbito da Operação Lava Jato. Para voltar a estar habilitada para ser contratada por entes públicos ou participar de licitações, a Sanko Sider precisa ressarcir os danos causados aos cofres públicos. Ela passa a fazer parte do Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas.

Essa foi a oitava penalidade aplicada a empresas investigadas pela Operação Lava Jato. No total, a CGU abriu 29 processos administrativos decorrentes da operação. Oito companhias já foram declaradas inidôneas: Mendes Júnior, Skanska, Iesa Óleo & Gás, Jaraguá Equipamentos Industriais, GDK S/A, Alumini Engenharia S/A e Tomé Engenharia S/A.

Defesa

A Agência Brasil procurou a Sanko Sider para ouvir a empresa sobre a decisão, mas até a publicação da matéria não havia recebido retorno.

 

A empresa Sanko Sider está impedida de participar de licitações e celebrar contratos com o Executivo, Legislativo e Judiciário, nas três esferas da Federação – municipal, estadual e federal. A punição foi aplicada pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), que considerou a companhia “inidônea para contratar com a Administração Pública”.

A Sanko Sider é uma empresa do ramo siderúrgico que comercializa tubos e outros produtos de aço. A empresa foi condenada por pagar propina a autoridades federais relacionada a contratos celebrados com a Petrobras.

O processo administrativo foi aberto em 2015, no âmbito da Operação Lava Jato. Para voltar a estar habilitada para ser contratada por entes públicos ou participar de licitações, a Sanko Sider precisa ressarcir os danos causados aos cofres públicos. Ela passa a fazer parte do Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas.

Essa foi a oitava penalidade aplicada a empresas investigadas pela Operação Lava Jato. No total, a CGU abriu 29 processos administrativos decorrentes da operação. Oito companhias já foram declaradas inidôneas: Mendes Júnior, Skanska, Iesa Óleo & Gás, Jaraguá Equipamentos Industriais, GDK S/A, Alumini Engenharia S/A e Tomé Engenharia S/A.

Defesa

A Agência Brasil procurou a Sanko Sider para ouvir a empresa sobre a decisão, mas até a publicação da matéria não havia recebido retorno.

 

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